sábado, 2 de julho de 2011

A morte do Homem-Aranha

Depois da morte do Tocha Humana, no início do ano, o Universo Marvel acaba de perder mais um dos seus grandes heróis, desta vez o Homem-Aranha. Ou melhor, acalmem-se os fãs, o Homem-Aranha do universo Ultimate, a linha editorial criada pela Marvel no ano 2000 com o propósito de narrar na actualidade a origem dos seus principais super-heróis, na sequência do êxito das primeiras adaptações cinematográficas então estreadas, de que o Jornal de Notícias, juntamente com a Devir, publicou os primeiros episódios em fascículos coleccionáveis há alguns anos.No número 160 da revista, posto à venda ontem, 22 de Junho, na conclusão da saga “Death of Spider-Man”, o Homem-Aranha defronta o Duende Verde para salvar a sua tia May e Gwen Stacy, mas acaba por falecer nos braços da sua namorada, Mary Jane Watson. Brian Michael Bendis, o argumentista, admitiu “ter chorado como um bebé” enquanto escrevia a história, mas justificou ter optado pela morte do herói, porque assim ele pode ser um exemplo “para o novo Homem-Aranha”, tal como o tio Ben foi para ele “e dessa maneira “a história continuaria como uma verdadeira história da personagem”. Porque, já em Setembro o herói aracnídeo estará de regresso numa nova revista, embora não seja Peter Parker a vestir o uniforme de Homem-Aranha, que surgirá com novo design.
Se neste caso concreto foi o Duende Verde o carrasco do super-herói, a verdade é que por detrás dele está a poderosa máquina de marketing da editora, que foi divulgando aos poucos informações sobre o evento que culminaram com um artigo sobre o assunto no New York Post do dia 21 e com a venda da revista, dentro de um saco preto selado, com o duplo propósito de manter secreto o desfecho e transformá-la em mais uma edição de coleccionador que poderá vir a valer alguns milhares de dólares num futuro mais ou menos próximo.
Os últimos tempos não têm sido pacíficos para Peter Parker, que viu a sua identidade secreta revelada durante a saga Guerra Civil que opôs os super-heróis, e o seu casamento desaparecer da cronologia da Marvel graças a um acordo secreto com Mefisto, já na altura para salvar a tia baleada por engano…

Matanza – Ao Vivo no Hangar 110 (2008)




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01. Intro
02. Meio Psicopata
03. Interceptor V-6
04. Ressaca Sem Fim
05. Mesa de Saloon
06. O Chamado do Bar
07. Maldito Hippie Sujo
08. O Último Bar
09. Tempo Ruim
10. E Tudo Vai Ficar Pior
11. PÉ na Porta, Soco na Cara
12. Santa Madre Cassino
13. Matarei
14. Clube dos Canalhas
15. Imbecil
16. Todo ódio da Vingança de Jack Buffalo Head
17. Eu Não Gosto de Ninguém
18. Rio de Whisky / Quando Bebe Desse Jeito / Bebe,Arrota e Peida
19. Bom é Quando Faz Mal
20. A Arte do Insulto
21. As Melhores Putas do Alabama
22. Ela Roubou Meu Caminhão
23. Whisky Para um Condenado / Eu Não Bebo Mais
24. Estamos Todos Bêbados / Interceptor V-6


The Clash – Birmingham’s Burning (1976)





The Clash foi uma banda inglesa de punk rock formada em 1976 como parte da primeira onda do punk rock britânico. Além do punk, experimentou outros gêneros musicais, como reggae, ska, dub, funk, rap e rockabilly. Durante grande parte de sua carreira, o Clash consistiu de Joe Strummer (vocalista principal, guitarra rítmica), Mick Jones (guitarra principal, vocais), Paul Simonon (baixo, backing vocals, ocasionalmente vocais principais) e Nicky "Topper" Headon (bateria, percussão). Headon deixou o grupo em 1982, e atritos internos resultaram na saída de Jones no ano seguinte. O grupo prosseguiu com novos membros, mas acabou no início de 1986.
The Clash foi grande sucesso no Reino Unido a partir do lançamento de seu álbum de estréia, The Clash, em 1977. O terceiro álbum do grupo, London Calling, lançado no Reino Unido em dezembro de 1979, trouxe-lhe popularidade nos Estados Unidos, ao ser lançado neste país no mês seguinte. Aclamado pela crítica, foi declarado o melhor álbum dos anos 1980 na década seguinte pela revista Rolling Stone.[1]
As letras politizadas do Clash, sua experimentação musical e atitude rebelde tiveram uma influência profunda no rock, em especial no rock alternativo.[2] Eles são amplamente referidos como "a única banda que importa", uma alcunha comercial originalmente introduzida pela gravadora do grupo, a CBS. Em janeiro de 2003, a banda, incluindo o baterista original, Terry Chimes, foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2004, a Rolling Stone classificou o Clash como trigésimo maior artista de todos os tempos.



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01) Intro/16 Tons/Clash City Rockers
02) Brand New Cadillac
03) Safe European Home
04) Jimmy Jazz
05) London Calling
06) Guns of Brixton
07) Train In Vain
08) White Man In Hammersmith Palais
09) Koka Kola
10) I Fought The Law
11) Spanish Bombs
12) Police & Thieves
13) Stay Free
14) Julie’s In The Drug Squad
15) Wrong ‘Em Boyo
16) Clampdown
17) Janie Jones
18) Complete Control
19) No Justice Tonight (w/ Mickey Dread)
20) English Civil War
21) Garageland
22) Bank Robber
23) Tommy Gun

The Cramps – Bad Music for Bad People (1984)


The Cramps foi uma banda de garage rock americana formada em 1976. Sua formação passou por várias mudanças, sendo o casal Lux Interior (vocais) e Poison Ivy (guitarra) os dois únicos integrantes permanentes.
Eles foram parte dos primórdios do movimento punk no CBGB, em Nova York. Por serem a primeira banda conhecida a misturar punk com rockabilly, o Cramps é considerado um precursor do estilo psychobilly, assim como do garage punk.
As músicas do Cramps tratam de temas como filmes-B de horror, fetichismo e assuntos relacionados, com apresentações bastante teatrais.
Em 4 de fevereiro de 2009, Lux Interior morreu, aos 62 anos de idade, no Glendale Memorial Hospital em Glendale, Califórnia, vítima de problemas cardíacos, o que levou a banda a encerrar suas atividades..

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01. Garbageman
02. New Kind Of Kick
03. Love Me
04. I Can’t Stand It
05. She Said
06. Goo Goo Muck
07. Save It
08. Human Fly
09. Drug Train
10. TV Set
11. Uranium Rock

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Jesus perdoa os Beatles

E Deus disse: que os Fab Four sejam perdoados pelas letras de cunho satânico e também pelo uso do cigarrinho do capeta. Veja no Telégrafo. Deu no L’Osservatore Romano, orgão oficial de imprensa do Vaticano: "Eles podem não ser o melhor exemplo da juventude da época, mas não eram, de maneira nenhuma, o pior. Suas belas melodias mudaram a música e continuam a dar prazer", diz o artigo sobre os quatro ingleses. O periódico da Igreja também expressa tristeza pelo fim da banda em abril de 1970 e pede que o públio cátolico reflita "como a música teria sido sem os Beatles". Tempos atrás, o Vaticano perdoou a alma de John Lennon pela famosa declaração de que os Beatles eram "mais famosos do que Jesus". À época do indulto, o L’Osservatore escreveu que "A declaração de John Lennon, que provocou tanta indignação nos Estados Unidos, depois de todos estes anos soa como uma bravata de um jovem proletário inglês às voltas com um sucesso inesperado". O artigo desta semana do jornal da Santa Sé relembra a indulgência e diz que os Beatles podem ter sido bem seculares mas que sua música será sempre divina.
Para selar a amizade, um concurso inglês indicou o maior representante vivo de Deus para um prêmio de música. Sua Santidade solta a voz em Música do Vaticano (Alma Mater apresentando a voz do papa Bento 16). Se o papa ganhar, os católicos prometem dar o troco com camisetas com a capa do disco de Bento escritas "Bigger than Beatles"!


"All you need is love! All you need is love! Love! Love is all you need".

'Cê Tá Pensando Que Eu Sou Loki?'

ARNALDO BAPTISTA "Lóki?" (1974)


01 "Será Que Eu Vou Virar Bolor?"
02 "Uma Pessoa Só"
03 "Não Estou Nem Aí"
04 "Vou Me Afundar Na Lingerie"
05 "Honky Tonky (Patrulha do Espaço)"
06 "Cê Tá Pensando Que Eu Sou Loki?"
07 "Desculpe"
08 "Navegar de Novo"
09 "Te Amo Podes Crer"
10 "É Fácil"
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Referência: Arnaldo Baptista é paulistano. Dispensa maiores apresentações, mas vamos tentar ser direto. Sempre foi o mais bacana dos Mutantes. Com o fim da banda iniciou uma carreira solo composta por longos períodos de silêncio e poucos discos, porém alguns clássicos obrigatórios, como é o caso de "Lóki?", de 1974, lançado no auge de seus questionamentos, principalmente sobre a sociedade e suas modernidades e pirações. 'Será Que eu Vou virar Bolor?' é assim esperta e provocativa, pra mim sua melhor música, simplesmente fantástica. 'Uma pessoa Só' trás referências óbvias de sua ex-banda. 'Cê Tá Pensando Que Eu Sou Loki?' é uma canção vanguardista e obrigatória, onde Arnaldo define: "(...) eu sou velho mas gosto de viajar".

Spanish Gamble – It’s Al Coming Down (2009)



SPANISH GAMBLE
banda punk rock de Gainesville, Florida – US

::download album::
01. there is no god tonight
02. science can’t explain magic
03. four letter word
04. it’s all coming down
05. the art of settling
06. we are the restless
07. don’t tell me how to drive
08. can i live?
09. let me go
10. sunday curse
11. a prescription to your end
12. i just wanted to know